5.14.2008

Já não vejo mais sentido

em quem é longe. Em quem está e quem me deixa.
acho mesmo é que a importância é de mentira, é só uma queixa.

Eu já sinto mais sentido em quem é de papel. Em quem nunca está e quem nunca me deixou.
a certeza é a mesma que "depois da vida e só mais uma morte". Como uma rosa que desabrochou.

Eu vejo menos pessimismo nos olhos sonhadores. Em quem faz que não devaneia. Em quem simplesmente vale menos que uma bosta jogada e esfregada na cara vulgar do amor.

Nos meus olhos refletidos eu só vejo desamor. Sem perdão do uso da palavra, mas qualquer merda vale mais que sentimentozinhos jogados e esfregados no meu ego.

Eu não sou um doce. Eu não sou a careta depois do azedo. Nem pilantra, nem boa demais.
Eu sou o pessimismo encarnado, o sarcasmo, a ironia, a alegria. Mais nada além disso.

Fora as mudanças do dia, claro.
Portanto, ADEUS.

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