em pensamentos.
Eu tenho sonhos. De carinhos em mãos, de afagos em cabelos, de olhos aproximadores. Eu te tenho deitada, deitado em meus sonhos. O mesmo travesseiro de um chão vizinho, na grama, eu tenho. É nenhum pouco irritante ou irrelevante. Porque te tenho ali e somente ali. Mais nada posso fazer e nada vou fazer. E confesso uma esperança ridícula e quase imperceptível, de te ver, de te deitar, de te acarinhar as mãos como me fez noite passada. Permaneço deitada.
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