8.25.2008

Um grande


toalett.

A vida é. Um cocô somos nozes, cantantes e soletrantes de sentimentozinhos projetados através de uma lente ridícula chamada "pré-conceitos". E aí, ah, e aí plantamos "eu te amo" nas pessoas como se fosse bom dia.
Oi, te amo, como vai?
Mas é claro que eu não sou assim. Nem você, nem você e muito menos você. O que está havendo? Uma descarga. Descarga de dejetos através de isolamentos drásticos e pinturas de cabelo. Não, ninguém deve saber como é. Tanto que não sei como é com eles. E depois de uma mensagenzinha de precisão de ombro eu percebi que quem estava mesmo precisando de ombro era eu. Lavo as mãos e fecho a porta, me escondo ouvindo os amigos. E aqueles que não respondo é porque não tenho a mínima vontade de saber como está, como foi e se ainda tem papel higiênico. Tenho orgulho de mim, sou uma boa amiga. Mas só quando não estou apurada e quase mijando minhas depressões. Status ausente. See ya.

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