E ele nem sabe. Não sabe o quanto esperei. Eu também não sabia, mas agora toda a certeza é de que eu o encontrei. Sem cometas, nem foguetes por hoje. Mas eu o encontrei. Pode ser um dia cinza e frio, pode ser calor do sol que eu sei que o encontrei. A trilha pode ser mutante, pode ser qualquer dedo em violão de um domingo à noite porque eu o vejo em meu espelho na segunda de manhã. Sem surpresas, sem um quebrar da madeira, sem meu sexo no dele, vazio de semana sem ele. Ele deve saber diferente como é estar longe, mas sabe igual que foi o melhor encontrar que poderíamos. Foi um eu te amo envergonhado, foi um eu te amo chorado. Não importa o tempo, nem a distância. E só não importa porque eu já encontrei e estou a esperar...
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