E me escondo cada vez mais. Quando não sei resolver eu me fecho. Eu tranco o quarto, eu tranco meus pensamentos e quando sai em forma de alguma coisa pelos olhos, molho a bochecha e faço cara de desespero. Os sonhos cada vez mais estranhos, as prioridades cada vez mais extremistas, os amigos cada vez mais distantes e uma distância cada vez mais indevida de quem se gosta. E do que não gosto é de escrever muito. Resumir pensamentos está cada vez mais difícil. Esqueci aniversário de um, aniversário de outra. E o esquecimento de tudo e de todos causado pela notícia que mais interferiu a vida, o pensamento e o sentimento me fez ver o único ser que nunca vou esquecer. Amizade que não vai. Hoje sei que amo e quero abraçar como no sonho desesperado. Espero poder contar e espero que o tempo aumente tudo. Nunca mais vou querer adiantar nada. Eu nunca mais vou deixar de ser tranquila como agora. E prometo a mim mesma que todos esses choros silenciosos serão pertinentes a partir do momento em que não interfira em nada na vida de outra pessoa que gosto e que adimiro e que quero por perto por toda minha tumultuada existência. Uma tag foi excluída, mas não você. Te amo.
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