Tanto daqueles milagrosos produtos até dos dias lindos lá fora. Pode ser um quente e ensolarado que as pessoas continuam as mesmas. O céu azul de nuvens brancas que a vida é a mesma. Os sorrisos vendidos, as prateleiras cheias, conversas vazias. Vende-se um corpo, sentimentos em promoção. Datas comemorativas e completamente alienadoras. Todo dia é dia e ninguém entende, precisam marcar hora e data pra dar presente. É tão fingido o mundo em que vivem que o salto do sapato é mais importante que o conforto e a etiqueta da roupa é mais relevante que o preço. E é isso, há sempre um preço a se pagar o meu é a reclusão.
Um comentário:
Alguém me vende uma vida-de-McCandless? Parece emocionalismo barato o que eu digo, algo de quem virtua em coisas da internet (ou do cinema no caso), mas se eu não sentisse como se tivesse mais algo a perder(será que tenho ainda?), eu faria como o Herói(!!!), lá, de Into the Wild. Ô fase! espero que tudo mude, ainda, pros homens...
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