No azul que me gruda por 36ºC ou mais, na casa barulhenta de cachorros vizinhos, no dia que demora passar. Eu te amo depois de ser chata e descer as escadas. Te amo num Volkswagen qualquer, no metrô sem você, te amo agora digitando teclado preto, te amo em teclas brancas de piano seu. Nossa! E nem querer ir embora, quero. Desde então só me pergunto qual vai ser a graça dos meus assobios fora de tom na noite em que não vou mais te ter.
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