1.13.2009

Te amo

num e-mail em branco, depois de um filme de comédia e no teu sofá da tarde.

No azul que me gruda por 36ºC ou mais, na casa barulhenta de cachorros vizinhos, no dia que demora passar. Eu te amo depois de ser chata e descer as escadas. Te amo num Volkswagen qualquer, no metrô sem você, te amo agora digitando teclado preto, te amo em teclas brancas de piano seu. Nossa! E nem querer ir embora, quero. Desde então só me pergunto qual vai ser a graça dos meus assobios fora de tom na noite em que não vou mais te ter.

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