já faz tanto tempo.
E eu me volto com os olhos na mesma lua da mesma solidão. Eu já sabia do acontecido antes mesmo de esquecer e começar a viver ao teu lado, menino. Mas eu... eu não te mereço, não mereço tanta bondade e distância. Eu sou de ficar perto de boca fechada e meus pensamentos calados podiam te amar. E amaram. Agora não querem mais porque os machuca isso tudo. Detesto saber que tenho medo, mas eles são mais fortes, os pensamentos. Você os conhece muito bem, vão engrandecendo coisa pequenas e vão machucando sentimentos grandes fazendo com que eu sinta dor. É tão triste que choro desesperadamente, como há tempos não fazia... sinto que vou te deixar porque não me acostumo a nada. Eu enjôo. Eu quero sempre o novo, não que você seja a mesma coisa sempre, porque é isso que me enjoa... é que eu tô sendo igual todos os dias e isso tá me matando, deixando dolorido cada respiro, cada espirro, cada passo dentro do fantasma que essa casa me deixa. Eu sinto tanto que ouço Pink Floyd, e choro. Choro de pena de não poder ser melhor. E me defendo com cada ataque que não entendo, mas passou e o orgulho não me deixa voltar. Passou, como o saxofone na música que vai acabar. Acabou, há sabe lá quanto tempo. Como nós.
E eu me volto com os olhos na mesma lua da mesma solidão. Eu já sabia do acontecido antes mesmo de esquecer e começar a viver ao teu lado, menino. Mas eu... eu não te mereço, não mereço tanta bondade e distância. Eu sou de ficar perto de boca fechada e meus pensamentos calados podiam te amar. E amaram. Agora não querem mais porque os machuca isso tudo. Detesto saber que tenho medo, mas eles são mais fortes, os pensamentos. Você os conhece muito bem, vão engrandecendo coisa pequenas e vão machucando sentimentos grandes fazendo com que eu sinta dor. É tão triste que choro desesperadamente, como há tempos não fazia... sinto que vou te deixar porque não me acostumo a nada. Eu enjôo. Eu quero sempre o novo, não que você seja a mesma coisa sempre, porque é isso que me enjoa... é que eu tô sendo igual todos os dias e isso tá me matando, deixando dolorido cada respiro, cada espirro, cada passo dentro do fantasma que essa casa me deixa. Eu sinto tanto que ouço Pink Floyd, e choro. Choro de pena de não poder ser melhor. E me defendo com cada ataque que não entendo, mas passou e o orgulho não me deixa voltar. Passou, como o saxofone na música que vai acabar. Acabou, há sabe lá quanto tempo. Como nós.
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