cheiro que ficou na mão: eu senti agora. Aquele lá que vai me lembrar por tempos como é sentir o diferente. Era calor e o sol me mostrava todas as alegrias daquela água pulante da praça. Eu molhava todos meus pensamentos e refrescava meus desejos mochileiros. Eu te quiero estrada, te quero cheiro de liberdade, de aire de lá, da praça, da loja, deles. Te quero tudo que tiver um pouco de sonho. Um pouco de sabor de não saber aonde chegar. Assim eu continuo e vou. E nesta estação eu paro e fico a esperar o vento da próxima partida, da chegada do próximo cheiro latino.
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