Ontem procurei por você na minha cabeça e sinceramente não encontrei qualquer ideia linear. Lá dizia: gosto quando teu cabelo fica em pé, gosto quando você dança, gosto quando eu te vejo e você dorme.
Que nessa sutileza de você, me derreto e transcendo. Que dentro das suas perfeições o tempo é imperfeito, anacrônico. Me disseram que é paixão. Mas paixão adoece, é violenta e mata o que é bom. E eu? Eu vivo. E é abstrato o que sinto.
Que nessa sutileza de você, me derreto e transcendo. Que dentro das suas perfeições o tempo é imperfeito, anacrônico. Me disseram que é paixão. Mas paixão adoece, é violenta e mata o que é bom. E eu? Eu vivo. E é abstrato o que sinto.
Nenhum comentário:
Postar um comentário