Eu sou a decadência num copo de vinho. É toda uma crueldade a distância de um sábado à noite. Eu me perco ouvindo o som das tuas teclas. Não vai ter fim, não... não hoje. Porque hoje eu me vejo refletida no teu paletó. E tento o azul dos teus olhos, mas não dá. É muito longe, acho que é hora de eu me mudar daqui...
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