E há quem ouve sem precisar.
Sem saber dos sentidos preciso de silêncio que não existe, e de um abraço que se foi. Há tanto a se dizer e ninguém para ouvir sem precisar. É uma coisa sem se ver. Ele é.
E há tanto abraço sem mim.
São quilômetros dele. Quilômetros de abraços perdidos. E um medo. Somente um. Aquele de perder o dono deles. O dono do abraço que deveria ser meu.
E há tanto ele sem se ver.
Somente ele. Em cada olhar... ali está. Viro a esquina e... olha lá. Não o vejo. É a cegueira que a distância me dá. Cegueira que o mostra em cada lugar que eu vá.
E há tanto eu sem nada.
Num completo vazio. Num completo cheio de ausência. Numa coisa que eu insisto pensar não ser uma palavra só. Amor não existe. O que existe é a presente ausência dele em mim.
Sem saber dos sentidos preciso de silêncio que não existe, e de um abraço que se foi. Há tanto a se dizer e ninguém para ouvir sem precisar. É uma coisa sem se ver. Ele é.
E há tanto abraço sem mim.
São quilômetros dele. Quilômetros de abraços perdidos. E um medo. Somente um. Aquele de perder o dono deles. O dono do abraço que deveria ser meu.
E há tanto ele sem se ver.
Somente ele. Em cada olhar... ali está. Viro a esquina e... olha lá. Não o vejo. É a cegueira que a distância me dá. Cegueira que o mostra em cada lugar que eu vá.
E há tanto eu sem nada.
Num completo vazio. Num completo cheio de ausência. Numa coisa que eu insisto pensar não ser uma palavra só. Amor não existe. O que existe é a presente ausência dele em mim.
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