5.16.2014

Moreno

Oi. 
Não sei se foi alguma coisa que ficou na cabeça ou se foi o vinho que acabei de tomar, tive vontade de enviar uma mensagem que não requer resposta. Talvez ela fosse pra um destinatário qualquer, mas foi pra você e amanhã será relembrada com arrependimento, talvez por isso ela nunca chegue. Mas ainda penso que deveríamos ter jogado aquela sinuca, tomado aquela cerveja ou ter compartilhado um pouco mais dessa coisa inexplicável e nenhum pouco sobrenatural do encontro entre pessoas nessa vastidão do espaço. Você pode até pensar 'essa doida está atrás de um romance', mas nem é sobre isso, vai além, é sobre a imensidão do tempo e as loucuras de dentro. Sei que tu fala minha língua e sei também das raridades desses encontros. Mas não era pra ser, não ainda, mas o que foi, foi significativo e me mudou em alguma coisa. Só quero que saiba. Só não sei porque quero, talvez seja a safra das uvas. hahahahahahaha E rio sozinha imaginando sua cara lendo. Desculpa não consigo não dizer, quem sabe assim meus neurônios não façam outro tipo de conexão a partir de agora. Meu único custo são as bochechas rosadas se caso eu te encontrar por aí. Nem me importo, não hoje, amanhã quem sabe na hora da ressaca. haha Nunca consigo terminar o texto, deve ser porque é quase sábado e eu tô aqui querendo exorcizar cada pedaço de coisa mal resolvida. Será que te envio? Acho que não. Fica pra memória e pro riso de outro dia. Te daria mil beijos hoje. Não é romance, é tesão. 


Ainda bem que não apertei o enter e dei um command+T.

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